Santa Cruz e Samaipata, by Bett

Entonces pueblo, já vi que Eder e Pira ja postaram sobre Santa Cruz de La Sierra e Samaipata, pero me gusta hablar acerca do que ví e también mostrar algunas fotitas que jo hay sacado 🙂

Assim que saímos do trem da morte abarcamos em Santa Cruz de La Sierra, uma cidade caótica, barulhenta com suas infinitas buzinas y sus “locos condutores”, capital do departamento de Santa Cruz, lado oriental da Bolivia e parte da conhecida “meia-lua”.

chola

chola vendendo frutas

esquina e mais vendedores

más uno (vista da janela do alojamento)

Nota-se claramente, assim como no país todo (como iremos notar a cada dia que passa) que a cidade é muito politizada. Santa Cruz é onde se concentra a galera reacionária de direita e a elite boliviana e a coisa é tao esplanada que a toda esquina vemos pichaçoes do tipo ” fora Evo”, “índigenas raça de mierda” e por aí adiante…

uma das pichaçoes que vimos pela cidade...

Em meio a galerias chiques, pubs estrangeiros, shoppings a ceu aberto e camionetes 4×4, arrumamos nossas coisas e fugimos para a ruralzinha Samaipata no dia 31 de Dezembro.

Depois de 4 horas dentro de uma minivan socada, chegamos na pracinha central da cidade que lembrou muito Parati no Rio de Janeiro ou até mesmo Guarda do Embaú, em SC. A diferença é que, em vez de praia, tínhamos as montanhas andinas nos circundando 🙂

painel do microbus

galera antes de entrar na van e o pira tb fotografando o painel peculiar do busum

vista em primeira pessoa do primeiro lugar que sentei antes de lotar a bodega

é, a porta ia aberta!

Conseguimos um alojamento bem bom e barato e passamos a noite de Reveillon ali na praça mesmo, conversando com uns gringos e locais bebados, andando pelas ruelas e fugindo dos fogos de artifício lançados incansavelmente pelas crianças em todos os lugares.

nuestro alojamiento

Mujer Basorera em açao!!

Rafa e o modelito Olodum, para todas as horas do dia.

No dia seguinte, depois de dormir bastante a tarde, fomos no aventurar numa trilha por algum daqueles morros. No meio do caminho, uma camionete cheia de crianças na caçamba parou e nos ofereceu carona. Ela nos deixou em frente a um zoológico no meio do morro mas no lugar de entrar preferimos simplesmente descer o caminho de volta e curtir a vista e o fim do dia.

Observando as cores da cidade a caminho da trilha.

nossa carona indo embora...

descendo de volta para a cidade, muitos cenários.

gatita na casita

estrada...

rua em frente ao nosso aljamento, alguns gringos passeando.

No domingo, arrumamos tudo, tomamos uma vitamina de morango no mercado e partimos a pé para o El Fuerte. Foram 9 km andando em asfalto quente e subindo as estradas de terra…

Chegando na divisa do rio, paramos num casebre pra almoçar, pesar nossas mochilas numa balança manual que a moça tinha lá (pira acabou de postar sobre isso) e descansar um pouco. Foi quando descobrimos que para entrar no El Fuerte nos custaria 50 pesos por cabeça, entonces preferimos montar acampamento ao lado do rio e descansar os ossos.

Só pra resumir o que foi a nossa brincadeira de acampar: llúvia, llúvia, llúvia!!! Antes de montar as barracas fomos fazer uma trilha e fomos levados e lavados pela tempestade torrencial de verao.

com poncho, sempre preparada!

nao tao preparados assim...

e esses aí, mais preparados que qualquer um. Farooo-fa-faa!

Com todos os pertences encharcados, montamos acampamento ao lado do rio e começamos a cozinhar a janta: macarrao, atum, molho de tomate e batata frita!

montando o acampamento depois da llúvia.

Só que com o cair da noite tivemos que deslocar o acampamento para um terreno mais alto por causa do perigo de tromba d’ água e medo de inundaçao do rio. Eu, Anninha e Rafa cozinhado sob a luz de uma lanterna e os varios vaga-lumes verdes fluorescentes enquanto os meninos levavam as barracas montadas e as mochilas rio acima no meio da escuridao.

Na manha seguinte, ainda abaixo de chuva, caminhamos os 9 km de volta em meio ao barro para pegarmos um taxi rumo à Mairana, uma cidadela daonde sái o onibus para Cochabamba.

despertando.

só pra nao perder o costume!

Mas isso fica para um proximo post.

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3 pensamentos sobre “Santa Cruz e Samaipata, by Bett

  1. é sempre agradavél ler teus relatos e sempre muito engraçado ver tuas fotos ( tipo “mulher basurera”!)

    Besitos

    Ju ( irmã do jo)

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